Acerca de mim

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Tomar, Portugal
Sou Maria do Rosário Corvelo de Sousa, professora Bibliotecária na EB2,3 de Gualdim Pais de Tomar. Estou nesta Escola há 26 anos e há 12 como coordenadora da BE, 3 dos quais a tempo inteiro. Já vou no 3º ano de aplicação do Modelo de Auto-avaliação da BE. Sou licenciada em História, com curso de especialização em Arte Arqueologia e Restauro mas, nestes últimos anos, tenho leccionado LPO e tenho-me dedicado à BE da minha escola e a levar livros, leituras e histórias às Escolas de 1º Ciclo e Jardins de Infância das aldeias pertencentes ao meu Agrupamento. Mas... Voltando à minha formação contínua no âmbito das BE's, tenho alguns cursos creditados e fiz o THEKA, pilar essencial na minha formação, enquanto coordenadora da Biblioteca. Como já tenho uns anitos, 57, tenho já uma experiência de vida acumulada… Daqui destaco a minha participação na Associação Cultural Canto Firme de Tomar, da qual fui sócia fundadora e exerci o cargo de Presidente durante 5 anos. Neste período, ajudei a instalar uma Escola Vocacional de Música, que ainda hoje tem grande pujança, e ainda canto no Coro desta Associação, desde a sua fundação - há 30 anos!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

O Modelo de Auto-Avaliação das BE’s – problemáticas e conceitos implicados

No contexto do papel fundamental que a Biblioteca Escolar assume nos dias de hoje, enquanto espaço essencial do desenvolvimento do currículo, de informação/conhecimento e de desenvolvimento cultural, um Modelo de Auto-Avaliação vai permitir aferir a qualidade do trabalho desta estrutura no funcionamento global da escola e nos desempenhos dos alunos, identificando pontos fortes e fracos, decorrentes da recolha de evidências, orientando assim, a sua actividade para práticas de melhoria.
O Modelo de Auto-Avaliação é assim, um processo essencial, devendo ser adequado à realidade de cada escola/agrupamento, por forma a ser assumido pela sua comunidade educativa. Cabe, mais uma vez ao professor Bibliotecário, fazendo jus à sua capacidade de liderança, apresentá-lo/explicá-lo discuti-lo previamente, junto da Direcção, do Conselho Pedagógico, outras lideranças intermédias da Escola/Agrupamento e restantes pares do processo educativo, como forma de consciencializar todos para a participação neste processo e da pertinência do mesmo na melhoria das práticas e sucesso dos alunos.

Informámo-nos e reflectirmos sobre todo este processo nesta sessão, analisando documentos, contactando com os constrangimentos de uns, as oportunidades e os desafios de outros, dando-nos possibilidades de definirmos estratégias para conseguirmos chegar à nossa principal meta – o sucesso dos nossos alunos, a sua formação cultural e cívica.
Em suma, “O Caminho faz-se Caminhando!”

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